Conheça as Startups que vão revolucionar o jurídico brasileiro

Muitas vezes, a justiça pode ser lenta e burocrática, o que deixa muitos clientes e profissionais desgastados com toda demora para saber os resultados. Essa espera, em determinados casos, pode durar meses ou anos, com muitos documentos e idas ao fórum.

Para facilitar todo esse esforço, algumas startups jurídicas surgiram prometendo mudar a forma como lidamos com o sistema legal. Elas trabalham com soluções para deixar as práticas judiciais mais ágeis e eficientes, economizando tempo e descomplicando certos procedimentos.

Veremos algumas dessas empresas que têm o desejo de mudar o cenário da justiça mundial. Confira!

Invenis

Esse serviço, iniciado em 2014, monitora processos e alerta, em no máximo 24 horas, quando ele é ajuizado. Isso facilita bastante o serviço dos escritórios, que precisam verificar muitos sites de tribunais em busca de informações dos seus clientes.

Além disso, diversas empresas ficam sabendo sobre ações judiciais de surpresa, terminando sem tempo suficiente para juntar todos os documentos e preparar uma boa defesa. O Invenis funciona avisando os clientes por e-mail, com planos de acordo com o número de tribunais verificados.

Legal One

Essa plataforma foi lançada, em 2016, pela companhia de comunicação e finanças Thomson Reuters, com o intuito de aumentar a integração e a produtividade entre diversos departamentos jurídicos. Ela reúne várias informações relevantes sobre processos e dados dos clientes.

É possível gerenciar a rotina profissional, acessando conteúdos legais, financeiros, contratos, entre outros. Tudo em um mesmo lugar, de forma rápida, segura e em diferentes níveis de complexidade, desde pequenos escritórios de advocacia até grandes empresas.

Finch Soluções

Foi criada em 2013, com a intenção de reduzir gastos e acelerar o gerenciamento do volume de processos do escritório JBM Advogados, um dos maiores do país. Essa empresa produz softwares de gestão jurídica e garante diminuir bastante o tempo de algumas ações legais.

Eles criaram sistemas para capturar e gerenciar as informações dos processos. É possível fazer pesquisas avançadas de jurisprudência, além de monitorar processos e automatizar os agendamentos, economizando tempo e aumentando a produtividade dos departamentos jurídicos.

Justto

Essa plataforma, que lida com o trabalho de arbitragem e conciliação extrajudicial pela internet, foi iniciada em 2011 e já recebeu mais de R$ 1 milhão em investimentos para aceleração do negócio. Possui entre seus serviços, uma câmara de arbitragem e um programa de acordos online.

Por meio de uma inteligência artificial, pode-se analisar o desempenho dos clientes e toda a base de processos em negociação. Além de enviar mensagens e fechar acordos de forma automática ou com pouca influência dos profissionais.

Advys

Fundada em 2016, esse sistema permite solucionar dúvidas jurídicas, empresariais, financeiras, contábeis, forenses etc, de forma imediata por meio de consultores. É mais direcionado para indivíduos e empresas de pequeno porte.

Também, auxilia na resolução de questões relacionadas à prestação de serviços, aluguel, funcionários, testamento, contratos, entre outros assuntos legais. Com planos de diversos preços, permite desde o acesso à informações básicas até modelos de documentos.

Looplex

Essa startup, criada em 2014, oferece a automatização de documentos, como petições, escrituras, contratos e propostas. Criando, em poucos minutos,  peças que poderiam demorar muitas horas ou dias nas mãos de um advogado.

Para isso, basta escolher um modelo, responder algumas perguntas e a plataforma gera o documento rapidamente, que ainda conta com tradução e pode ser assinado digitalmente.

Certamente, essas startups jurídicas ainda vão chamar bastante atenção e muitos afirmam que elas são o futuro da justiça. Seus serviços facilitam muito a vida dos profissionais da área e se elas conseguirem provar esses benefícios, em breve, farão parte do cotidiano de todos que tem envolvimento com questões legais.

Você concorda ou não que a tecnologia vai dominar a área jurídica? Deixe seu comentário e participe do debate!